segunda-feira, 6 de julho de 2015

Os dias de solidão estão de volta.

Silêncio. Acima de tudo, o silêncio, intocável.
A casa vazia, o escuro.
A música, se fazendo muda.

Os livros que tudo falam, mas não lhes dou ouvidos.
Na verdade, nada importa agora.
Desacelerei.

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